Então, que sábado (após dormimos que nem uns anjos, na sala) decidimos acelerar o resto da mudança, pois, o tempo estava prestes a virar (também, o que foi aquele calorão em pleno julho?). Levamos no meu cunhado algumas coisas que não precisaríamos mais e depois fomos para a casa nova (nova só de nome, porque morei lá desde meus 10 anos, e olha que já tenho 25!). E aí o caos foi armado... A cada metro quadrado uma bagunça diferente... Para passar de um ambiente a outro, era preciso escalar montanhas de caixas e sacolas... Nada fácil!
E a vontade de arrumar, onde foi parar? Minha mãe teve que chegar para começarmos a procurar nossos ânimos, mas depois, engatamos a primeira e fomos... Na verdade eu fui, porque marido, foi até a "esquina" e se entregou. Pín ficou com minha mãe o findi todo e adorou, quando foi para a casa "nova" e dormiu ao nosso lado no berço.
No fim, no domingo voltei – pela ultima vez, MESMO – à casinha amarelinha. Dei uma limpada, fiz a vistoria final e fechamos a porta pela ultima vez. Domingo mesmo, já deixamos as chaves na imobiliária para a nova moradora. =(
Moral da história:
- Mudança é um SACO (literalmente falando também)
- Na ida para o apê, casa, sítio, praia, novo me lembrem de contratar uma empresa especializada neste quesito
- Ache que seria mais difícil dizer adeus
- Que falta que me faz um lar, MEU
- Embora, ainda estejamos cansados e a bagunça ainda não esteja 100% arrumada, mudar, faz parte da vida e com certeza essa será uma das nossas primeiras (que já é a 4° na verdade) mudança!
E para os que quiserem nos visitar (não contem com café nem bolinhos, porque minha cafeteira não tem a mesa voltagem de lá e não manjo muito bem de cozinha, cês sabem), mas, posso oferecer alfajores uruguaios com coca cola zero... Cê toparem, me mande uma DM.
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