quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cabelo, cabeleira, cabeludo...




Então, que na verdade Pín já havia cortado as pontas do cabelo com meu tio, mas, como o cabelo ainda não estava cumprido o suficiente, só cortamos as pontinhas. Mas aí que, o cabelo cresceu de uma forma, que estava parecendo uma menininha o.O

Abreseparêntese: lembrei-me, que quando eu era jovem, bonita e phina (cof!) eu queria porque queria ter um cabelão (lindo, loiro e sem nenhuma pontinha dupla).. (doce ilusão), e alguém, que não lembro quem foi, me sugeriu usar um óleo de alho. Isso, você leu certíssimo, ALHO! E eu usava, e aquilo fedia a casa toda e meu cabelo não cresceu nenhum milimetrodefio (ponto).

E aí que eu acordei hoje e falei pro marido que era hora de cortar o cabelinho do Pín e lá fomos nós, atrás de um salão que tivesse corte infantil (porque né, nunca passei por essa situação antes). E achamos e cortamos. Na verdade a cabeleireira é quem cortou.

E ele se portou super bem, claro, como qualquer criança, resmungou um pouco, mas deixou. E isso, que uma hora antes ele tinha tomado a vacina da gripe. Meu guri!

E aí, que toda hora eu falava pra cabeleireira: não esquece que quero levar um pedacinho do cabelo, para guardar. E ela lembrou, mas eu esqueci! É mochila, mochilinha, mochilão, bolsa, bolsinha, e vários casacos que na hora de ir embora me esqueci de pegar. Snif!

Mas, da próxima guardaremos fios loiros do meu alemãozinho, cada dia, mais crescidinho, assim como a cabeleira!

Um comentário:

Gabi Cooper disse...

Eu não tinha percebido, até hoje, o quão ele está parecido com o Felipe nestas fotos.
As crianças passam por fases onde eles se parecem mais com o pai ou com a mãe. É muito legal de assistir a medida que vão crescendo.
Lindinho!

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