Então que há umas 3 semanas atrás caiu uma chuva aqui em Porto Alegre - algo como essa que está prestes a vir com essas nuvens grandes e escuras - e começou às 7h da manhã (quando estávamos saindo de casa) e não parou 1 segundo SE QUER pelo menos até às 7h do outro dia (sábado, que eu fiquei dormindo e marido teve que ir numa cliente da Pro-in).
E aí que marido pegou o carro e foi lá pra cliente... mas aí que choveu de mais e a cidade ficou um caos, mas o caos mesmo foi lá dentro do condô.
Tem 2 bacias de detenção (acho que é assim que se fala, sou pobrecitária e não engenheira, então poupem-me da minha santa ignorância, né não?!) e elas transbordaram e tudo ficou a baixo dágua. Tá, nada comparado ao nordeste, mas fico bem feio mesmooo. A minha rua foi uma das poucas que não acumulou água. Mas já as outras tantas próximas..
E numa delas, marido - bocó - tentou passar, mas quando viu que não ia rolar, porque ou ia nadar com o carro ou fundir o motor, deu ré e saiu de fininho da poçÃO dágua. E foi pra cliente. E ficou lá o dia todo... e voltou pra casa.
E quando chegou em casa me deu a notícia: - amor, perdi a placa!
- Mas que placa José? digo, Felipe (meu marido)!
- Do carro.
- Mas como? Onde?
- Aqui no condô, na poça.. na água.. na chuva.. na rua.. na fazenda.
Óh Góod!
Claro, porque em nosso portfólio de desgraças automotivas consta: Um tipo quase engasgado por um bueiro. Um celta que pegou fogo. Um Fiat 147 em nossa traseira e outras coisitas mais.... por que não.. uma placa perdida..
E aí que a saga pela placa começou... quando a água baixou - no domingo - andamos de rua em rua, de bueiro em bueiro atrás da placa e.. errr.. nothing.. nada, nadica de nada! Nem aqui, nem ali e muito menos lá!
Então que na segunda de manhã cedo fomos direto na Azenha (um bairro de POA, que concentra várias coisas para carro) e abreseparêntese: eu eu falei o final de semana todinho, que achava que a primeira coisa a fazer era ir à uma delegacia fazer um BO, porque cá com meus botões.. ninguém pode andar sem placa, né não?? - fechaseparêntese. E marido - como sempre - nem me ouviu... e voltando a parte que na segunda de manhã cedo fomos direto na Azenha (um bairro de POA, que concentra várias coisas para carro):
Marido estacionou três quadras do lugar que tinha que ir para comprar uma placa nova - claro, porque não é em um supermercado / shopping que você vai comprar uma, talvez você até encontre uma lá perdida no meu condô - e se isso acontecer, mi devolve, pliz? - e tava chovendo e tomou um banho de chuva e não conseguiu comprar a placa. Segundo o cara lá que vende, teríamos que ir num CRVA para fazer uma solicitação para comprar uma nova placa..
E então que a gente foi e chegando lá.. NOT AGAIN... segundo o carinha lá do CRVA a gente teria que ir na delegacia fazer um BO, votar lá no CRVA, fazer a tal solicitação e só depois comprar a placa.. e o que eu faleeeeei maridoooo???!!
Então, que a gente fez isso e temos uma nova placa. E vai chover de novo forte... e segura as placas aí e se a sua cair - tomara que não - vá direto à uma delegacia fazer uma queixa de perda de objeto, a placa, claro!
Por que perda de outra coisa, só o nosso tempo e a teimosia do meu marido!
Beijos, me liga e se achar minha placa, devolva-me!!

Um comentário:
kkkkkkkkkkk
Q saudades deste teu humor!!!
Quase parindo o mininão então?!!!
Beleza, to aqui torcendo pra q tudo corro maravilhosamente bm.
Se cuida,
BJ
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